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Uma colmeia de satélites ao redor da Terra 13/02/2009

Posted by Denise Alves in ciência, Meio Ambiente.
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Prometi não fazer isso com muita frequencia, mas é eu achei essa imagem impressionante, claro que é uma simulação e as coisas em volta da terra não estão assim caóticas mas veja o que já conseguimos fazer com os ETs…

13/02 – 09:36
Redação iG Educação

A Nasa divulgou na última quinta-feira uma imagem que representa o grande número de satélites artificiais ao redor do planeta Terra.

Segundo a Nasa, os objetos estão representados em um tamanho exagerado para demonstrar o grande volume de satélites que foram lançados desde a Guerra Fria, quando os Estados Unidos e a então União Soviética disputavam a conquista do espaço.

satélites em volta da terra

Crepúsculo 07/02/2009

Posted by Denise Alves in Filme, livros, Meus.
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crepusculo2

 

Já faz tempo que estou querendo confessar isso: Vi Crepúsculo. É verdade. E o pior: GOSTEI, gostei não, amei.

Vi e revi em DVCam umas quatro vezes – o que o desespero não faz – e estou ansiosa pelo DVD. Mas você pode estar se perguntando, isso se você teve coragem de assitir, o que eu vi de tão especial num filme de romance adolescente, é! romance porque de terror ali não tem nada!, e a minha resposta é EU NÃO SEI, por isso vi e revi tantas vezes para entender porque um filme nesse estilo teve tanto poder sobre as minhas emoções. E assim saí para caçar as bruxas, ou melhor, vampiros dentro de mim.

Dizem por aí que nós somos 1% consciente e 99% inconsciente, que aquilo que percebemos rapidamente com um pequeno esforço mental está no nosso consciente, mas que as forças por trás dessas conclusões se escondem propositadamente no inconsciente/subconsciente e como no meu caso as respostas sobre a minha inesperada relação com Crepúsculo não foram achadas na primeira tentativa, cheguei a conclusão que deveria ir mais fundo, literalmente.

Então é aí que Freud entra na história, porque antes de Jung só existia Freud, e isso só mais adiante.

Freud teve a audácia de provar que nos escondemos de nós mesmos, que o nosso EU não consegue suportar algumas coisas sobre si mesmo e então para se auto-proteger do que considera impróprio à sobrevivência encontra meios de pelo menos driblar, ou como ele diz, reconfigurar a realidade, evitando uma relação direta entre causa(o que é) e efeito(o que e gostaria que fosse), numa intricada e complicada rede de mentiras/verdades que constroem a nossa percepção e reação ao mundo.

Resumindo: havia algo que eu estava escondendo de mim mesma. Mas o que? Meu consciente não sabia o que era, mas o meu inconsciente reconhecia algo de muito familiar em Crepúsculo e enviava milhares de gritantes mensagens codificadas sobre o que estava abaixo do limiar da consciência.

Depois de muito pensar sobre o assunto… e pensar sobre o assunto… e rever o filme… e forçar o portão do porão do meu cérebro, cheguei a uma conclusão – um dentre tantos motivos – quase uma EUREKA!!!!

É o amor.

Oh!! Claro que é o amor, afinal é um romance você queria o que!!! – você deve estar gritando para mim. Mas calma, não é apenas o amor. É o modo inconsciente como percebemos o amor.

A relação de Bella e Edward  é mais do que se pode ver rapidamente, como é dito pela própria mãe de Bella no livro Eclipse, é eu já li!!!!!!, é um amor estranho diferente… mas diferente como?…. Incondicional!

É essa a palavra que o meu cérebro não queria deixar aflorar. É isso que me chama a atenção no filme e no livro, porque eles falam de um amor incondicional. E não é isso que no fundo no fundo nós queremos? Alguém que nos ame simplesmente porque existimos. Sem nada em troca. Sem interesses outros.

Numa sociedade tão cheia de trocas de favores, onde usamos uns aos outros em benefício próprio como não se encantar com um amor assim.

Mas somos adultos! protestamos e esse é um filme para adolescentes por isso não me chama a atenção. Eu ousaria uma outra interpretação.

Nós adultos nos acostumamos com o mundo como ele se apresenta para nós. Aprendemos com o tempo e a experiência que pedras atiradas para cima SEMPRE caem. Que o sol nascerá amanhã. Que cachorro não fala. Que pessoas não amam sem um motivo.

Aprendemos isso, nos acostumamos. E criticamos quem ainda tem esperança.

As crianças e os adolescentes ainda acreditam no amor verdadeiro, ainda conseguem se encantar, seus mecanismos de auto-repressao não foram totalmente formados. Seus inconscientes ainda conseguem mandar informações ao consciente, que com o tempo e por causa das experiências conseguimos abafar.

E uma das coisas que temos dentro de nós, de todos nós, como ressalta Jung com a Inteligência Coletiva, é o desejo de sermos amados Incondicionalmente, ele está lá latente, quero sair, se expressar, só esperando a primeira oportunidade de mostrar quem no fundo nós somos e quando vemos um amor assim, paramos e nos sentimos atraídos.

Porém uma das coisas que o filme Crepúsculo também mostra é que esse amor não pode ser concedido por alguém da nossa própria espécie, mas alguém diferente, acima, transformado. Guardando as devidas proporções, só uma pessoa pode amar Bella (o ser humano) com todas as suas falhas de caráter sem pedir nada em troca e esse alguém é Edward(Jesus), um vampiro(Deus em forma de Homem), aquele que ao invés de exigir meu sangue, deu o dele por mim.

É disso que o nosso subconsciente se lembra quando assiste a Crepúsculo: Existe alguém que me ama como sou, e seu nome é Jesus.

É isso que está gravado no fundo do nosso ser por mais que tentemos abafar e substituir. Fomos criados para ser amados e desejamos ardentemente esse amor. Mas não nos permitimos confessar isso nem pra nós mesmos, quanto mais para os outros!

Mas deixe eu lhe dizer uma coisa: Ele é mais real do que você imagina.

 

Recomeçando… Metarmorfoseando… 07/02/2009

Posted by Denise Alves in Meus.
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Recomeçando. Metamorfoseando.

 

Oi. Essa é uma pequena abertura para dizer que voltei a escrever. Já faz alguns meses que estou olhando para o blog, blog olha para mim e eu tentando resistir até que não deu mais, paixão assim não se controla, se rende.

Mas deixando o exagero de lado, voltei com algumas mudanças. Primeiro o título do blog muda, deixa de ser tão específico – Jornalismo Científico – para abrangir mais áreas da minha existência. Porque descobrir uma coisa: não gosto de fazer nada por obrigação. Gosto de escrever, mas de tiver que escrever por obrigação dá logo um bloqueio. Gosto de jornalismo cientifico mas se tenho que escrever sobre ele, logo perco a vontade.

Então como você bem deduziu vou escrever sobre o que me der vontade de escrever. Sobre aquilo que estiver me inquietando no momento e precisar ser colocado para fora, ser compartilhado com o mundo, quase um parto, uma idéia que nasce para o beneficio da humanidade – só espero que ela não se meta com as pessoas erradas e acabe por me envergonhar.

Mais um recomeço nesse ano de 2009. Nos vemos nessa outra vida.

P.S.: Além disso foram alterados as cores, as imagens, a apresentação, e o Sobre.

Folha lança hoje e-mail gratuito com 4 Gbytes de capacidade 14/08/2008

Posted by Denise Alves in Meus, Tecnologia.
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A Folha lança hoje um e-mail gratuito com a extensão @folha.com.br, aberto a qualquer usuário da internet, assinante do jornal ou não. Para criar uma conta, é preciso acessar o site http://www.folha.com.br/email.

A conta de e-mail Folha tem capacidade de armazenamento de 4 gbytes. “Com a mesma conta de e-mail o usuário pode usufruir de serviços do UOL, como Blog e Fotoblog, sem ter de se cadastrar no UOL”, diz Márcio Drumond, diretor-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do UOL, provedor do e-mail Folha.

Comprovado Cientificamente? Desconfie! 14/08/2008

Posted by Denise Alves in ciência, Meus.
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Um vasto estudo da incidência de fraude científica nos Estados Unidos foi recentemente publicado com resultados alarmantes: as fraudes são mais comuns do que pensamos. Cientistas desfrutam de grande credibilidade em seus pronunciamentos públicos – como aquecimento global, clonagem e evidências de novos mundos extraterrestres. Mas esse estudo sugere que tal confiança não é merecida.

Quase nove por cento dos 2.012 cientistas de 605 instituições pesquisadas pelo Escritório de Integridade Científica (ORI, na sigla em inglês), uma agência de monitoramento de pesquisas científicas nos EUA, disseram ter testemunhado algum tipo de fraude ou conduta inadequada nos últimos três anos. A agência estima que todo ano ocorram três incidentes de fraude para cada 100 pesquisadores.

“Um pós-doutorando que muda números em testes para ‘melhorar’ os dados” é como um cientista descreve o que parece ser uma prática comum de fraude em pesquisas. Como qualquer cientista sabe, essa manipulação de dados é proibida e invalida qualquer conclusão científica.

Normalmente, a agência investiga apenas 24 casos por ano. O órgão estima que ocorrem pelo menos 1,35 mil casos de condutas não condizentes com a prática científica nas universidades americanas todos os anos, a maioria não reportada ao ORI.

Ocorrência das fraudes

Apesar da pesquisa se limitar às áreas de saúde e biologia nos Estados Unidos, pode-se sugerir a partir dos resultados que a fraude é provavelmente um fenômeno endêmico na ciência praticada em todo o mundo. (Na verdade, um dos casos mais notórios de fraude científica aconteceu na Coréia do Sul em 2005, quando se descobriu que Hwang Woo Suk havia fabricado os resultados que lhe permitiram alegar que havia clonado células-tronco humanas.)

É claro que a fraude na ciência não é um fenômeno recente. As mais respeitadas figuras da história da ciência já sofreram essas acusações. Galileu supostamente exagerou no resultado de seus experimentos; Newton manipulou informações em seu Principia para sustentar sua teoria do poder preditivo; e os experimentos de Mendel com ervilhas contêm dados estatisticamente bons demais para ser verdade. Dizem que no século II a.C. o astrônomo grego Hiparco se apropriou de um catálogo de estrelas babilônico e alegou que era o resultado de suas próprias observações.

Diversos escândalos de fraude têm abalado a comunidade científica recentemente. Em 2002, Jan Hendrik Schon, um jovem físico a trabalho dos Laboratórios Bell, cometeu o que possivelmente seja a maior fraude na física moderna ao falsificar, ao longo de quatro anos, resultados que abrangem campos diversos, como supercondutores e nanotecnologia.

Na mesma época, em 1999, no laboratório americano Lawrence Berkeley, na Califórnia, revelou-se que o cientista Victor Ninov havia mentido ao alegar a descoberta de um novo elemento químico superpesado, o 118.

Fatores influentes

Nunca houve tantos cientistas trabalhando quanto hoje em dia. A prática da ciência costumava ser restrita a um pequeno número de indivíduos ricos ou com patrões curiosos a respeito da natureza e que não tinham que se preocupar com o pão de cada dia. Hoje, a ciência é uma profissão estabelecida, com um salário e pressões de carreira, e as coisas funcionam de forma bem diferente. Cada vez mais só se pensa em subir na carreira e na necessidade de justificar o uso do fundo de pesquisa.

Eu estava no laboratório Bell quando o caso Schon veio à tona. Schon era jovem e carismático e parecia extremamente brilhante e produtivo (uma descrição comum quando se examina a personalidade de cientistas que praticam fraudes). Alegava realizar experimentos que causavam inveja a todos, coisas que eram tentadas há anos sem sucesso. Ele ficou conhecido como o menino das mãos de ouro.

Quando a fraude foi descoberta, um comitê investigativo encontrou evidências de inúmeras irregularidades – séries completas de dados foram reutilizadas em diferentes experimentos e alguns dados haviam sido gerados por equações.

Vendo em retrospecto os casos de Ninov e de Schon, ambos foram rapidamente desmascarados. No último caso, apenas um ano se passou entre Schon apresentar seus resultados espetaculares e se ver desempregado. Existe uma lição nisso tudo: fraudes científicas importantes são desmascaradas rápido.

Controle científico

A ciência se baseia na repetição, então qualquer grande descoberta está fadada a ser repetida e testada por grupos independentes. Se ela não puder ser reproduzida, ela está corrompida. Muitas fraudes foram descobertas dessa maneira. Muitas outras foram expostas por meio de denúncias.

Os cientistas sustentam com persistência que esse tipo de controle é o bastante. Afirmam que o fato de toda fraude ser descoberta é a prova de que o método científico funciona.

Mas obviamente há a necessidade de mais fiscalização na ciência, já que a auto-regulação parece não funcionar tão bem. O estudo publicado pelo ORI sugere que muitas fraudes podem passar despercebidas. Já que a maioria das pesquisas no mundo é financiada por contribuintes, um grau tão alto de irregularidades é inaceitável.

O ORI se posiciona a favor de uma política de tolerância zero, com proteção àqueles que denunciam (algumas vezes lamentavelmente faltantes) e exigência de comportamento-modelo de ética por parte dos líderes científicos.

Na maioria dos casos, pensamos: por que ele fez isso? Pode ser culpa daquela ciência em que o vencedor ganha tudo – a primeira pessoa a realizar um experimento específico ou a abarcar uma teoria específica fica com todo o crédito.

A realidade é que é pouco provável que nos livremos da fraude científica. As pressões para fazer um nome e a tentação de pegar atalhos sempre vão existir. Em última instância, a ciência é um engenho humano e falhas humanas fazem parte de sua história. Precisamos apenas fazer um trabalho melhor ao reconhecer isso – e criar salvaguardas contra essas falhas.

(Saswato R. Das vive em Nova York e escreve sobre astronomia e astrofísica.)

Amy Traduções

Cemitério virtual alemão já tem 100 mil tumbas 06/08/2008

Posted by Denise Alves in Meus, Tecnologia.
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O primeiro cemitério virtual alemão, no ar desde o último mês de abril, já conta com quase 100 mil tumbas digitais.

O site emorial.de permite aos internautas deixar gratuitamente uma recordação do parente ou amigo falecido com nome, data de nascimento e de morte, informa a agência Ansa.

São pagas, no entanto, as tumbas virtuais mais elaboradas. Com 19 euros (cerca de R$ 45), os internautas podem acrescentar textos, documentos, fotos e dados de áudio e vídeo relacionados ao falecido.

“Com as cem mil tumbas memorizadas em nosso site podemos dizer que somos o maior cemitério virtual de toda a Alemanha”, disse Anton Stuckenberger, um dos dois fundadores do site.

Segundo a Ansa, a cada ano na Alemanha morrem cerca de 850 mil pessoas pelas quais são publicados cerca de 400 mil obituários. Na última segunda-feira, os idealizadores do site publicaram um epitáfio em memória do escritor russo Aleksander Solzhenitsyn, morto no último domingo.

FONTE: Terra