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Uma colmeia de satélites ao redor da Terra 13/02/2009

Posted by Denise Alves in ciência, Meio Ambiente.
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Prometi não fazer isso com muita frequencia, mas é eu achei essa imagem impressionante, claro que é uma simulação e as coisas em volta da terra não estão assim caóticas mas veja o que já conseguimos fazer com os ETs…

13/02 – 09:36
Redação iG Educação

A Nasa divulgou na última quinta-feira uma imagem que representa o grande número de satélites artificiais ao redor do planeta Terra.

Segundo a Nasa, os objetos estão representados em um tamanho exagerado para demonstrar o grande volume de satélites que foram lançados desde a Guerra Fria, quando os Estados Unidos e a então União Soviética disputavam a conquista do espaço.

satélites em volta da terra

Lixo penado!!!!!! 25/06/2008

Posted by Denise Alves in ciência, Meio Ambiente, Tecnologia.
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Toda segunda, quarta e sexta é a mesma coisa: ter que se acordar cedo para colocar o lixo para fora… chega!!!!!!!!! pula da cama, vai em todos os vasos de lixo, retira as bolsas e coloca as novas…. mas que bolsas novas????? Não tem mais sacolas de mercadinho para colocar…. ai meu Deus preciso fazer compras urgentemente… não que eu precise de algum alimento ou coisa parecida… preciso mesmo é de sacolas plástica para o lixo!!!!!!!!!!

 

Um problema não acha??? Pois eu também… e o meio ambiente mais ainda! Sabe porque?

 

“Eles não são biodegradáveis; saem, com o lixo, da maioria das residências e vão direto para um aterro controlado, sempre a céu aberto”, disse ela. Com sorte, a cidade terá um aterro sanitário (89% das cidades brasileiras não o têm). Mas, em qualquer caso, o saquinho ficará lá, depositado numa célula do aterro, por um período que varia de 200 a 450 anos. Sem contar que o material orgânico contido nas sacolas, na ausência do oxigênio, produz metano – um dos gases do efeito estufa que contribui para aumentar a temperatura na Terra –, muito mais prejudicial ao ambiente do que o gás carbônico, utilizado pela vegetação no processo de fotossíntese.” (Fonte: Seleções)

 

Mas a boa notícia é que há alternativa.

 

“Entre as soluções que se apresentam está o plástico oxi-biodegradável, feito à base de amido de batata e que já vem sendo produzido por algumas empresas. “Quem tem a preocupação ecológica compra um produto que pode ser colocado diretamente na natureza e vai se decompor em 18 ou 20 semanas, dependendo da espessura do produto. Diferentemente do plástico normal, que leva 200 anos”, defende Cristina Zatti, diretora de desenvolvimento de produtos da Coza, indústria gaúcha de cestas plásticas de material biodegradável.”

 

Ainda vai demorar um pouquinho pra isso começar a ser comum… mas pelo menos vou ter certeza que o meu lixo foi para o lixo, passou dessa para melhor e não está por aí vagando, condenado a 200 anos no limbo!!!!!! Literalmente…… mas ainda terei que acordar cedo pra botar o lixo pra fora…. fazer o que né????

É com pesquisa que se combate à Dengue 04/04/2008

Posted by Denise Alves in Meio Ambiente.
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Fonte: Unit

 

500 ml de água, 100 ml de álcool, uma quantidade de folhas de citronela suficiente pra encher um copo de liquidificador. Tritura, filtra e pronto. Tem-se um repelente ecológico e eficaz no combate a insetos, dentre eles o aedes aegypti, transmissor da dengue.

Parecida com a erva cidreira, a citronela possui em seu óleo essencial os componentes citronelal, geraniol e limoneno, que afugentam moscas e mosquitos. A solução simples e que pode muito bem ser feita em casa está sendo produzida no Laboratório de Produtos Naturais e Biotecnologia do Instituto de Tecnologia e Pesquisa – ITP –, e distribuída na comunidade da Farolândia por estudantes da Universidade Tiradentes – Unit –, alguns deles estagiários do projeto.

“Passando esse extrato nos cantos da sala a gente vai ter um efeito contra o inseto, inviabilizando a penetração dele no ambiente”, explica a idealizadora da campanha, Sheyla Alves Rodrigues, pesquisadora do ITP e professora da Unit.

A campanha contra a dengue mobiliza acadêmicos e professores da área de Saúde. Enquanto distribuem o repelente ecológico, eles orientam à população sobre como fazer para evitar, detectar e combater a doença.

“A intenção de trabalhar dessa forma é mostrar ao aluno que ele também faz parte da comunidade e que tem responsabilidade social. Estamos intervindo inicialmente no nosso bairro e, se possível, iremos ampliar para outras localidades”, afirma Sheyla Rodrigues.

Para a coordenadora do curso de Biomedicina da Unit, professora Ana Paula Barreto Prata Silva, a ação é importante, sobretudo, pelo momento de epidemia de dengue em que vive o país. “Não só os profissionais da área de Saúde como toda a população deveria estar se mobilizando, se informando, evitando o acúmulo de água”, diz.

“A comunidade precisa tomar pra si essa responsabilidade de combater o mosquito. Independentemente de a gente acusar o poder público, que também tem uma parcela de culpa, cabe a cada um, em sua casa, fazer a sua parte. Se todo mundo fizer, o problema vai ser amenizado”, complementa a estudante de Biomedicina Maísa de Araújo Pereira.

Dentre as orientações dos alunos e professores, uma das mais importantes é o perigo de superdosagem de paracetamol, princípio ativo de alguns dos remédios mais vendidos no mundo, a exemplo do Tylenol, indicado para os casos de dengue.

 “Às vezes as pessoas tomam uma dose e, como a dor não passa, tomam outra logo depois, sem que a primeira tenha sido metabolizada no organismo. Além de provocar alguma alteração no metabolismo do corpo – que vai ser em parte benéfico pela diminuição das dores e dos sintomas –, pode-se estar gerando uma intoxicação hepática”, adverte a pesquisadora Sheyla Rodrigues.

 

COMUNIDADE

A costureira e feirante Maria Valdelice de Jesus, 58 anos, conhece de perto o problema da dengue. Nos últimos dias, sua filha de 33 anos e seu neto de 5 foram vítimas do aedes aegypt. “Esses mosquitos vêm de fora. Não são do meu quintal. Mas aqui na Farolândia a dengue tá atacando muito. Domingo faz oito dias que eu cheguei da feira e minha filha estava com os olhos muito vermelhos, sentindo dores de cabeça, aquela agonia no coração, aí eu chamei um táxi e levei para a urgência. Logo ela foi medicada, tomou soro, fez exames e graças a Deus tá bem. Ontem foi a vez do menino. Diarréia, barriguinha doendo, febre muito alta, eu dava medicação em casa mas não adiantava. Tive que levar pra urgência também. Cheguei com ele 10 horas da noite”, relembra.

Após receber as orientações e utilizar o repelente ecológico por um dia, Maria Valdelice se diz bem mais tranqüila. “Conversei com as meninas, pedi ajuda pra elas por que o foco aqui tava demais. Elas me deram o produto, eu despejei a metade num balde com um pouco de água, lavei um pano e passei na casa toda, nos cantos, nos móveis. Hoje, já senti a diferença. Varri a casa, embaixo das camas, e não tem mosquito mais. Agora posso dormir mais em paz, por que mesmo com mosquiteiro a gente fica com receio, né?”, relata.

Aos 22 anos, o auxiliar de cozinha John de Oliveria Silva já é pai do garoto John Vani, de 10 meses, e sabe que precisa protegê-lo contra a doença. “A preocupação é redobrada por que os adultos podem agüentar um pouco, mas as crianças têm o organismo mais fraco. Já teve caso de uma vizinha nossa aqui da frente que pegou a dengue, então a gente está falando com a vizinhança pra poder evitar que deixe água parada”, comenta.

A dona de casa Ana Lúcia Dias, 40, não só recebeu o repelente ecológico como plantou a citronela no seu quintal. “A gente já teve dengue em casa e essa idéia é maravilhosa. Uma folha, água, álcool. Tudo muito simples e sem afetar o bolso”, avalia.

 

Do Lixo para o Luxo 20/02/2008

Posted by Denise Alves in Meio Ambiente, Tecnologia.
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São tantas as novidades… Uma nova linha de computadores, um processador mais avançado que não é compatível com sua placa mãe o que acaba lhe forçando a trocar as memórias, então é melhor comprar logo outro mesmo… sem falar nos celulares, primeiro com Fm, depois com Infravermelho, agora é Bluethooth, e as câmeras integradas de 1.3m já pode chegar aos 5!!! Você não pode ficar pra trás, tem que trocar, comprar o mais novo, se atualizar..fazer um Upgrade!!!

Mas, o que acontece com o antigo? Ele está funcionando, não possui nenhum problema – a não ser lhe deixar com cara de dinossauro, é claro! É bom lembrar que aquilo que pra gente não tem mais utilidade, pode ser para outros a única chance de possuir determinado aparelho eletrônico. Entendendo isso, principalmente no Brasil onde os que possuem computador em casa com acesso a banda larga constituem cerca de 3% da população – fazemos parte da elite!!! – a cultura da doação deve ser cultivada.

Antes doávamos só nossas roupas e calçados em bom estado, alguns talvez os livros e antigas coleções, hoje são aparelhos eletrônico que vão do celular à geladeira. Mas vale ressaltar: Só doe o que está em estado de USO.Empresas que são meio obrigadas a trocar de equipamentos com periodicidade tem encontrado nas doações destinos para aquilo que seria por elas considerado ‘lixo’  e para outros: escolas, Ongs, Centros Comunitários, é a entrada no mundo digital.

Já existem muitas iniciativas no Brasil nesse sentido. Escolas de Fortaleza e Ceará recebem constantemente doações de computadores, uns em bom estado outros nem tanto, que passando por um conserto ficam novinhos em folha e servem como alternativa para que esses mesmo equipamentos não sejam descartados a céu aberto, causando grave impacto ambiental e destituindo crianças de terem o primeiro contato com a era digital.Porque por incrível que pareça – para aqueles que já nasceram com computador em casa – ainda existem pessoas nesse Brasil, aqui em Aracaju, que nunca tocaram em um computador,  que nunca tiveram um celular mesmo parcelado para 10X, porque não tem cartão de crédito, e não tem, por que não possuem emprego…

Por incrível que isso possa parecer, isso acontece!Então vamos abrir mais os nossos olhos, a ponto de contemplar a necessidade do outro, que pode ter, naquilo que descartamos, o início de uma nova etapa. Ah! Você nao tem um computador para dar agora?! Então talvez você tenha alguma roupa, algum calçado, alimentos, livros… sabe… aquilo que está encostado a tempos e que você nunca mais usou e não sabe o que fazer com ele, pois é DOE, encontre alguma instituição próxima de você e faça uma boa ação, você ajuda alguém e o meio ambiente agradece.

Para quem quiser ver mais, acesse:  

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM673454-7823-LIXO+ELETRONICO,00.html 

Até mais!!!

Inadmissível…. 07/02/2008

Posted by Denise Alves in Meio Ambiente.
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comida_food1.jpg

 Ontem fui pela primeira vez a uma dessas hamburguerias americanas que se instalaram por todos os lugares do mundo. Lugar agradável, as pessoas nem tanto – tirando meus amigos que me acompanhavam -, comida cara – no meu conceito de caro – música legal e um sistema de refrigerante interessante.Fizemos os pedidos…. os pedidos demoraram, achei estranho porque nesses lugares o que mais conta é a velocidade de entrega, mas tudo bem, reclamamos, ou melhor Tadeu reclamou, foi perguntar onde estava o pedido, eles responderam que como haviam chamado e ninguem apareceu eles “DESCARTARAM” os hamburgeres.

Fiquei intrigada com a palavra, o que significava exatamente ‘descartar’ um hamburger? a resposta viria alguns minutos mais tarde. Meu amigo voltou ao balcão para esperar pelos ditos cujos,  e viu um rapaz reclamamdo que o pedido dele estava errado, ele havia pedido outra coisa. A atendente pegou a bandeja com a comida, se desculpou, e foi saindo com os hamburgeres errados, e tadeu seguindo a mulher, o que ela faria com eles? onde descartaria? Sabe o que ela fez com os hamburgeres intocados? JOGOU NO LIXO!!!!! Isso mesmo, jogou comida, que não estava estragada, não caiu no chão, não foi alvo de inseticida, no lixo!!! comida boa e cara direto pra lata do lixo!!

 Em um país com tantas pessoas passando fome ainda há empresas que sem a menor consciencia ambiental, social – acho mesmo que isso deve ser um problema psicológico – descarta comida assim, simplesmente jogando-a no lixo. Segundo a Embrapa – Empresa Barsileira de Pesquisa Agropecuária, o brasiliero joga fora mais do que aquilo que come, só de hortaliças são 37kg por ano, sendo que consumimos apenas 35.

Segundo o mesmo estudo, no Brasil, de tudo o que se produz entre frutas e verduras, desde a colheita até a nossa mesa, 35% é jogado fora, desperdiçado!

Enquanto isso vemos orfanatos pedindo doações, asilos necessitando de amparo, crianças na rua comendo allimentos estragados e essas grandes redes de fast-food que poderíam aproveitar o que não é totalmente utilizado, pelo menos como marketing social, para ajudar outras pessoas que não podem pagar R$ 10,00 por um prato de comida, simplesmente a ‘descartar’ comida como se isso fosse sinônimo de higiene e qualidade.

Sinceramente acho isso Inadmissível!